Hackers roubam dinheiro de cem vendedores da Amazon

Hackers roubam dinheiro de cem vendedores da Amazon

Uma campanha de fraude que ocorreu entre maio e outubro de 2018 terá lesado a Amazon e cerca de cem vendedores daquela plataforma. Os hackers conseguiram roubar dinheiro feito com empréstimos e vendas.

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Hackers russos atacam embaixadas europeias

Hackers russos atacam embaixadas europeias

O malware tem conseguido ganhar formas cada vez mais disseminadas e entrado em áreas que muitos julgavam impossíveis. Os seus propósitos são claros e passam sempre pelo comprometer da segurança dos utilizadores.

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Polícia Judiciária detém 5 pessoas em Portugal no âmbito de uma mega operação internacional na Dark Web

Polícia Judiciária detém 5 pessoas em Portugal no âmbito de uma mega operação internacional na Dark Web

A operação decorreu em vários países, tendo sido detidos um total de 61 suspeitos e desativadas 50 contas usadas em variadas atividades ilícitas na Dark Web. Foram também apreendidos cerca de 295,5 quilos de diferentes tipos de drogas e mais de 6,2 milhões de euros. Em Portugal, a Polícia Judiciária deteve 5 pessoas que estão, alegadamente, envolvidas em atividades criminosas.

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‘Fake News’: Investigador aconselha empresas de informação a protegerem-se e a estarem atualizadas

‘‘Fake News’: Investigador aconselha empresas de informação a protegerem-se e a estarem atualizadas

O investigador em segurança informática André Baptista aconselha as empresas na área da informação a protegerem-se contra eventuais ataques e a manterem os seus sistemas digitais atualizados para contrariar quaisquer vulnerabilidades.

“As empresas devem-se proteger contra este tipo de ataques por parte de ‘hackers’, ativistas e não só, organismos políticos externos ou internos. Devem-se proteger através de normas que visam a proteção de uma organização”, afirmou André Baptista, em declarações à Lusa, no âmbito de um trabalho preparatório sobre ‘fake news’, tema de uma conferência, a realizar em 21 de fevereiro, em Lisboa, e organizada pelas duas agências noticiosas de Portugal e Espanha, Lusa e Efe, com o título “O Combate às Fake News – Uma questão democrática”.

O investigador do Centro de Competências em Cibersegurança e Privacidade (C3P) da Universidade do Porto e do INESC TEC salientou que, enquanto empresas com uma exposição pública constante, os meios de comunicação social “têm ‘sites’ e estão sujeitos a serem atacados e a ver a publicação de informação que é falsa”, levando à potencial transmissão de falsidades “e em que as pessoas podem acreditar, o que é algo extremamente perigoso”.

André Baptista, que no ano passado foi classificado como “’hacker’ mais valioso do mundo” depois da participação no evento H1-202, sugeriu, por exemplo, que as empresas mais expostas realizem as chamadas ‘bug bounties’, em que abrem os sistemas “para serem testados por investigadores na área da segurança de todo o mundo”.

“Cada investigador pode reportar uma determinada vulnerabilidade a troco de pontos ou fundos ou até mesmo dinheiro. […] Este modelo está a funcionar muito bem hoje em dia e penso que é algo que grandes empresas nesta área e noutras, obviamente, devem implementar”, afirmou André Baptista.

O investigador apelou ainda a uma maior consciencialização do público em relação à desinformação, com o alerta de que “não devem acreditar em tudo o que veem na Internet”.

Numa escala mais abrangente, André Baptista propôs a implementação, a nível nacional, de “mecanismos de ‘fact-checking’ [verificação de factos] de forma a poder informar as pessoas de que a notícia x que está a ser viral tem factos que não são verdadeiros”.
As ‘fake news’, comummente conhecidas por notícias falsas, desinformação ou informação propositadamente falsificada com fins políticos ou outros, ganharam importância nas presidenciais dos EUA que elegeram Donald Trump, no referendo sobre o ‘Brexit’ no Reino Unido e nas presidenciais no Brasil, ganhas pelo candidato da extrema-direita, Jair Bolsonaro.

O Parlamento Europeu quer tentar travar este fenómeno nas europeias de maio e, em 25 de outubro de 2018, aprovou uma resolução na qual defende medidas para reforçar a proteção dos dados pessoais nas redes sociais e combater a manipulação das eleições, após o escândalo do abuso de dados pessoais de milhões de cidadãos europeus.

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Netflix, YouTube, Spotify e outros não cumprem RGPD

Netflix, YouTube, Spotify e outros não cumprem RGPD

O Regulamento Geral sobre Proteção de Dados entrou em vigor na Europa em maio de 2018, mas muitos serviços não estão a cumprir as normas. Um grupo de defesa da privacidade apresentou uma queixa no regulador austríaco contra alguns dos gigantes do setor.

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Especialista alerta para diferentes formas de ataques informáticos após fraude com Microsoft

O especialista em cibersegurança Fábio Assolini alertou esta sexta-feira para diferentes formas de ataques informáticos e disse que os telefonemas falsos em nome de empresas, como aconteceu com a Microsoft em Portugal, são bastante comuns.

Na quinta-feira, o Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS) comunicou que se tem “vindo a notar um aumento de telefonemas em nome da empresa Microsoft” com “a intenção de roubar informações e/ou cifrar o conteúdo das máquinas, exigindo um resgate”, através da instalação de programas maliciosos.

Em conversa telefónica com a agência Lusa, Fábio Assolini afirmou tratar-se de um tipo de ataque “bastante comum” na Europa, nos Estados Unidos e também na América Latina, tanto a empresas como a particulares.

Fábio Assolini detalhou que os ataques são baseados “em engenharia social, ou seja, alguém se apresenta como funcionário e tenta enganar, para que aceda a determinado ‘site’, ou diz que há algum problema no computador, e pede que faça alguns passos para resolver o suposto problema, mas tudo isso é falso”, alertou.

Depois de garantido o acesso ao ‘site’, os perpetradores do golpe vão estar preparados para “fazer uma verificação no seu computador para ver se há algo errado e, independentemente do seu computador ter problemas ou não, vão fazer essa falsa verificação e dizer que o seu computador tem um problema”, acrescentou Fábio Assolini, que integra uma equipa de análise da Kaspersky.

Posteriormente, é oferecida uma ‘solução’ à vítima, que consiste em “baixar [descarregar] e abrir um ficheiro executável”. Aí, os burlões podem estar a instalar ‘ransomware’ [programas nocivos que pedem um resgate ao utilizador através de sequestro de ficheiros] ou um programa espião de outro tipo.

Os ‘golpistas’ podem pedir acesso a dados de cartões de crédito, que caso sejam facultados estarão “na mão de fraudadores que, claro, irão clonar o seu cartão”, ou exigir o pagamento de um resgate em criptomoeda, esclareceu o especialista.

Os executantes “geralmente falam inglês e são de outros lugares”, como “Índia e Nigéria”, países em que há “empresas contratadas” para o efeito, afirmou.

Relativamente a ataques a empresas, os criminosos apresentam-se geralmente como “funcionários de um banco” no qual a empresa possui conta, e tentam “falar com o diretor financeiro da empresa, e vão dizer que há problemas nas contas da empresa, e pedir para que aceda a um ‘site’ para resolver o problema”.

Mas o verdadeiro problema é que o ‘site’ é falso, “uma cópia do sítio verdadeiro do banco, e ao colocar lá as informações de acesso à conta bancária, na verdade o criminoso vai obter as senhas de acesso à sua conta bancária e realizar uma fraude com o dinheiro que há na conta”.

“Se for vítima deste tipo de ataque, não deve dar resposta a género de contacto e, muito menos, fornecer qualquer tipo de dado pessoal. É também recomendável que faça sempre queixa às autoridades competentes”, recomenda o CNCS.

Formação Relacionada

(2018) Especialista alerta para diferentes formas de ataques informáticos após fraude com Microsoft. Recuperado a 18 de Janeiro de 2018, de https://24.sapo.pt/tecnologia/artigos/especialista-alerta-para-diferentes-formas-de-ataques-informaticos-apos-fraude-com-microsoft

Cibersegurança: Europa garante acordo para reforçar segurança e cria sistema de certificação de produtos e serviços

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Esta noite, o Parlamento Europeu, o Conselho e a Comissão Europeia chegaram a um acordo político sobre a lei da cibersegurança que reforça o mandato da ENISA e cria alguns mecanismos inovadores de certificação e cooperação entre os Estados membros.

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Cibersegurança: Atacantes viraram-se para “quem não está preparado”

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No mês internacional da consciencialização em cibersegurança, em entrevista ao Jornal Económico, o especialista em cibersegurança (…) salienta o elevado número de empresas ou utilizadores que mantêm a perspetiva de que são irrelevantes para os atacantes e que estes apenas endereçam as grandes instituições ou os bancos.

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Falha no Twitter partilhou mensagens diretas dos utilizadores com quem não devia

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As falhas nos serviços da Internet levam a que dados dos utilizadores sejam expostos ou roubados. Foi precisamente isso que o Twitter descobriu no seu serviço e que está agora a ser notícia. Uma falha levou a que as mensagens diretas de alguns utilizadores do Twitter fosse enviada para quem não se destinavam. A falha foi resolvida, mas esteve exposta durante mais de um ano.

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Banking Trojans cada vez mais comuns

Ameaça silenciosa: modificações de Trojans móveis bancários atingem recorde histórico

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O mais recente Índice de Impacto Global de Ameaças da Check Point revela um aumento nos ataques de banking trojan. Com isto, as empresas sofreram o impacto do ataque em grande escala do malware Ramnit. Nele foi revelado o aumento significativo em ataques que utilizam o banking trojan Ramnit.

Extenso e seletivo ciberataque revelado

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Investigadores (…) revelam um extenso e seletivo ciberataque que começou em 2016 e que tem permanecido escondido até agora.

Os cibercriminosos, através da utilização de aplicações para telemóveis, usam conteúdos falsos para atrair as suas vítimas a fazer download das mesmas.
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Maior ataque de sempre à British Airways coloca dados de 380 000 clientes nas mãos dos hackers

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Nomes, moradas e dados de cartões de crédito. São as estas as informações que ficaram nas mãos de piratas informáticos no maior ataque de sempre ao site e aplicação da companhia aérea britânica. A British Airways já pediu desculpas pelo incidente e contactou os clientes afetados.

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O número de pacotes de instalação de aplicações bancárias – modificações que evitam que os hackers sejam detetados pelas soluções de segurança, permitindo-lhes também expandir o seu arsenal – atingiu os 61.000, um número três vezes superior ao do primeiro trimestre deste ano e duas vezes acima das instalações registadas no mesmo período do ano passado

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Vivemos em uma época em que tudo é partilhado, em que o surgimento de sites e de plataformas de rede sociais abriram uma nova maneira de partilha de todos os tipos de informações pessoais, a tal ponto que a divulgação de uma grande quantidade de detalhes pessoais na Internet passou a ter uma importância secundária para os utilizadores.

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Em 2017, os serviços da polícia contabilizaram 7.661 casos de fraude na Internet. Na primeira metade de 2018, a Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e a Criminalidade Tecnológica da PJ (UNC3T) já registou 3.268 casos de ciberfraude.
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A entrada em vigor do novo Regulamento Geral de Proteção de Dados permite a maior defesa dos dados pessoais de todos nós, impossibilitando a sua utilização sem o nosso consentimento. Muitas vezes, na realidade cibernética, estes dados são usados sem que conheçamos a sua utilização. Considerando esta realidade, torna-se ainda mais importante colocar em cima da mesa o tema da Cibersegurança.